Deus seja Louvado.
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REGULAMENTO DO PROGRAMA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA

APLICA-SE A TODOS OS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA FUNDAÇÃO UNIVERSITÁRIA VIDA CRISTÃ - FUNVIC

                O Programa de Iniciação Científica da FUNDAÇÃO UNIVERSITÁRIA VIDA CRISTÃ-FUNVIC destina-se a alunos de graduação para desenvolvimento de pesquisa científica (IC) ou tecnológica (IT), sob a direção de um orientador qualificado, avaliado por sua súmula curricular.

Este Programa apóia a formação de novos recursos humanos para a pesquisa, desenvolvendo não só suas habilidades de investigação como também sua consciência crítica voltada a diferentes áreas do saber, em todas as áreas do conhecimento, por meio de:

  1. Bolsas de Iniciação Científica financiadas pela FUNDAÇÃO UNIVERSITÁRIA VIDA CRISTÃ;
  2. Bolsas de Iniciação Científica financiadas pelo CNPq (PIBIC);
  3. Bolsas de Iniciação Científica financiadas pelo FAPESP;
  4. Bolsas de Iniciação Científica financiadas por qualquer outro tipo de fomento nacional ou internacional.

 

CAPÍTULO I - FINALIDADES E OBJETIVOS

Art. 1º - As normas que seguem visam orientar professores orientadores e acadêmicos de projetos de iniciação científica quanto aos procedimentos do Programa de Iniciação Científica da FUNVIC.

Art. 2º - O Programa de Iniciação Científica - PIC tem como objetivos:

I - Estimular a pesquisa junto aos acadêmicos dos cursos de graduação, objetivando a formação integral do discente, conduzida pela reflexão e criatividade;

II - Introduzir o jovem universitário no domínio do método científico e no aprendizado de técnicas específicas de investigação;

III - Disseminar entre os alunos a idéia de continuidade de formação na futura atividade profissional, especialmente no caso da carreira universitária ou de pesquisador;

IV - Contribuir para a emergência de grupos consistentes de pesquisa, mediante opções e contatos interdisciplinares;

V - Criar condições favoráveis para o incremento da produção e divulgação de resultados de pesquisa;

VI - Desenvolver, em docentes e discentes, a capacidade de criar e renovar a metodologia, visando a novas tecnologias.

 

CAPÍTULO II - ORGANIZAÇÃO

Art. 3º - O PIC da FUNVIC será coordenado por um Comitê Assessor vinculado à Coordenadoria de Pesquisa, Pós-graduação e Extensão.

Art. 4º - O Comitê Assessor do PIC será integrado:

    I - por pesquisadores docentes dos diferentes cursos que publiquem, rotineiramente, em revistas com Qualis Capes A ou B (Comprovação por sua súmula curricular);

Art. 5º - Compete ao Comitê Assessor:

I - Acompanhar e avaliar o Programa de Iniciação Científica, visando o cumprimento dos objetivos e diretrizes fixados e verificar o desempenho de orientadores e acadêmicos;

II - Acompanhar e avaliar os projetos de iniciação científica, bem como a participação de seus integrantes;

III - Organizar o Simpósio Interno de Iniciação Científica, visando à divulgação de resultados dos projetos;

III – Apreciar e manifestar-se sobre os trabalhos produzidos pelos acadêmicos, com vistas a publicações;

IV - Proceder todos os encaminhamentos necessários para o bom andamento do Programa.

 

            CAPÍTULO III - DAS BOLSAS DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA (BIC)

                Art. 6º - A Quota de Bolsas de Iniciação Científica será fixada até 30 de janeiro de cada ano, por determinação do Diretor da IES, com aval do Conselho da FUNVIC.

                Art.7º - As Bolsas de Iniciação Científica consistirão de um valor equivalente a 40% da mensalidade vigente do curso de origem do aluno e será concedida na forma de desconto na mensalidade por 12 meses consecutivos;

                Art. 8º- Somente poderão ser indicados para as Bolsas de Iniciação Científica estudantes da FUNVIC, regularmente matriculados, nas seguintes condições:

                I -            Estejam em dia com as mensalidades escolares;

                II -          Tenham cursado com sucesso todas as disciplinas dos 3 primeiros semestres;

                III -        Não tenham concluído outro curso de graduação;

                V -          Possuam média geral igual ou superior a 7,0 (sete).

                Art. 9º-  O aluno poderá ser indicado por um único orientador e para um único projeto.            

   

CAPÍTULO IV - ORIENTADORES

Art. 10º - São requisitos essenciais para os orientadores:

I - Possuir vínculo empregatício com a FUNDAÇÃO UNIVERSITÁRIA VIDA CRISTÃ;

II - Possuir titulação acadêmica não inferior a de mestre e produção intelectual relevante nos últimos 3 anos e aderente à linha de pesquisa do projeto que irá coordenar (Comprovação por sua súmula curricular);

Art. 11º - Cada solicitante poderá pleitear até 2 (duas) bolsas do PIC, independentemente do número de projetos apresentados. O professor orientador poderá receber até no máximo de 4 (quatro) horas-aulas por pesquisa a título de orientação acadêmica.

Art. 12º - Os compromissos dos orientadores para com o Programa são:

I - Elaborar o projeto de iniciação científica a ser desenvolvido pelo(s) acadêmico(s), conforme orientação específica;

II -  Responsabilizar-se pelo cumprimento da carga horária semanal de seu orientando;

III - Orientar os acadêmicos nas distintas fases do trabalho científico, incluindo a elaboração de relatórios e material para apresentação dos resultados em eventos científicos;

IV - Acompanhar as exposições dos resultados parciais ou finais da pesquisa efetuada pelos seus orientandos, quando da realização do Simpósio de Iniciação Científica;

V – Publicar em revista científica Qualis A ou B Nacional e ou Internacional anualmente durante a duração da pesquisa.

VI - Incluir o nome dos acadêmicos nas publicações e nos trabalhos apresentados em eventos científicos, cujos resultados tiveram a participação efetiva dos acadêmicos de iniciação científica;

VII - Informar ao Comitê Assessor sobre qualquer tipo de irregularidade ocorrida em relação às atividades dos acadêmicos participantes do PIC.

 

CAPÍTULO V - ACADÊMICOS

Art. 13º - Para participar do PIC, os acadêmicos deverão atender aos seguintes requisitos:

I -            Estar regularmente matriculado e frequentando qualquer curso de graduação da FUNVIC;

II -          Possuir disponibilidade para dedicação de, no mínimo, 8 (OITO) horas semanais ao projeto de iniciação científica, em turno diferente em que esteja matriculado.

Art. 14º - São compromissos dos acadêmicos:

I -            Executar, sob a orientação do docente, as atividades propostas no projeto de iniciação científica, com dedicação mínima de 8 (OITO) horas semanais;

II -          Participar plenamente de todas as atividades de pesquisa propostas pelo orientador;

III -        Apresentar os resultados finais da pesquisa, sob a forma de publicações ou relatórios;

IV -         Apresentar, obrigatoriamente, os resultados parciais ou finais da pesquisa, em exposições orais e/ou painéis, quando da realização do Simpósio de Iniciação Científica;

V -          Fazer referência à sua condição de integrante do Programa de Iniciação Científica, quando da publicação de trabalhos em eventos científicos.

 

CAPÍTULO VI - PROJETO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA

Art. 15º - O Projeto de Iniciação Científica deverá ser elaborado de acordo com as orientações específicas disponíveis na Coordenação dos Cursos, respeitando as normas institucionais.

Art. 16º - O projeto de iniciação científica deverá ser entregue ao Coordenador do Curso ao qual o orientador encontra-se vinculado, para prévia análise e encaminhamento para aprovação junto ao Comitê Assessor do PPIC.

Art. 17º - Após aprovação pelo Comitê, o projeto de iniciação científica deverá ser encaminhado à Coordenadoria de Pesquisa, Pós-Graduação e Extensão para parecer final e posterior acompanhamento, após aval final do Conselho da FUNVIC.

         Art. 18º - O projeto de Iniciação Científica aprovado terá vigência de 01 (um) ano, podendo ser renovado por mais 06 (seis) meses após a análise/avaliação do impacto do projeto.

                Parágrafo único. A vigência do projeto não pode ultrapassar a data de término do último semestre letivo do curso de graduação do aluno.

 

CAPÍTULO VII - ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO

Art. 19º - O acompanhamento quanto ao desenvolvimento dos projetos de iniciação científica e quanto à participação dos acadêmicos junto ao Programa de Iniciação Científica será efetuado da seguinte forma:

I - através de publicação, na íntegra, de artigo em revista especializada e através de relatórios finais, os quais serão encaminhados ao Comitê Assessor até 30 (trinta) dias após o término do projeto e;

II – através da apresentação dos resultados da pesquisa no Simpósio de Iniciação Científica.

Parágrafo Único: Os relatórios finais serão avaliados pelo Comitê Assessor.

Art. 20º - O projeto de iniciação científica poderá ser cancelado, a pedido do orientador ou do Comitê Assessor, desde que devidamente justificado.

 

CAPÍTULO VIII - DA DIVULGAÇÃO DA PRODUÇÃO CIENTÍFICA

Art. 21º A produção científica da FUNVIC, além de contar com veículos próprios para sua publicação (Revista Ciência e Saúde On-line, Revista Eletrônica de Ciências Humanas e Revista Eletrônica de Ciências Exatas), poderá ser divulgada através de congressos científicos institucionais e em eventos regionais, nacionais e internacionais.

Art. 22º Os docentes orientadores poderão publicar somente uma vez ao ano em revista institucional, referente à sua pesquisa; devendo completar a sua publicação anual (outra publicação), em revista nacional ou internacional indexada Qualis A ou B, no mesmo ano.

Art. 23º Os docentes orientadores remunerados durante o desenvolvimento da pesquisa, não poderão pleitear o incentivo a produção científica referente à Portaria 006/2009.

Art. 24º Os docentes orientadores remunerados por órgão externo de fomento e ou orientador voluntário poderão pleitear o incentivo a produção científica referente à Portaria 006/2009.

Art. 25º Os orientadores remunerados assinarão um termo de compromisso com a Instituição, para desenvolvimento da pesquisa, do sigilo, e do compromisso da publicação, conforme normas desde regulamento.

Art. 26º Os docentes orientadores poderão optar pela remuneração por órgão externo de fomento e ou pelo termo voluntariado de orientação à pesquisa.

 

CAPÍTULO VIII - DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS E FINAIS

Art. 27º - O orientador e/ou acadêmico será considerado inadimplente com o Programa se deixar de cumprir o disposto neste Regulamento.

Art. 28º -    O Comitê Assessor deverá elaborar, anualmente, um relatório de desenvolvimento dos projetos de iniciação científica e encaminhá-lo à Coordenadoria de Pesquisa, Pós-Graduação e Extensão, para apreciação.

Art. 29º - Os casos omissos serão resolvidos pelo Comitê Assessor, ouvidos, se necessários, instâncias acadêmicas superiores (Coordenadoria de Pesquisa, Pós-Graduação e Extensão, Conselho Diretor).

Art. 30º - Este Regulamento entrará em vigor na data de sua aprovação pelo Conselho Diretor.

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES DE PESQUISA DA FUNVIC

TÍTULO I 

1. DAS DISPOSIÇÕES GERAIS

Art. 1º O presente Regulamento constitui-se no documento legal que regula a organização e o desenvolvimento das atividades de Pesquisa na FUNVIC, em consonância com o disposto no Estatuto, no Regimento Geral e nos atos normativos internos da IES, como também disciplina as formas de integração da Pesquisa com o Ensino de Graduação e de Pós- Graduação, a Extensão e os demais os setores envolvidos.

Art. 2º Este Regulamento, além de complementar os dispositivos do Estatuto e do Regimento Geral da instituição, tem a finalidade de:

I. orientar e regulamentar as atividades próprias da Pesquisa, as competências de sua administração e as áreas de interação com as demais atividades acadêmicas e órgãos da administração da IES;

II. promover, pela definição normativa, o estímulo à expansão das atividades de Pesquisa na IES;

III. disciplinar os relacionamentos, na área da Pesquisa, entre os membros do corpo docente, discente e do corpo técnico-administrativo da FUNVIC e com parceiros externos;

IV. contribuir para a integração entre as instâncias administrativas e acadêmicas que compõem a estrutura organizacional da Pesquisa.

TÍTULO II

DOS OBJETIVOS, ORGANIZAÇÃO E ADMINISTRAÇÃO

CAPÍTULO I

DOS OBJETIVOS

Art. 3º A Pesquisa na FUNVIC, realizada de modo indissociável com o Ensino e a Extensão, permeando todos os níveis de ensino, tem por objetivo a produção do conhecimento novo, a criação cultural, o desenvolvimento do espírito crítico e do pensamento analítico, visando à formação do cidadão profissional empreendedor, à melhoria da qualidade de vida da população e ao desenvolvimento sustentável da Região e Nação, sendo compreendida como:

I. responsabilidade social;

II. eixo articulador das atividades de ensino e de extensão, propiciando o fluxo teoria-prática-teoria;

III. ferramenta privilegiada de iniciação científica, no processo investigativo, para o aluno de graduação;

IV. produção e disseminação do conhecimento técnico-científico e artístico-cultural, principalmente através dos estágios, dos trabalhos de conclusão de curso, das monografias, dos projetos integrados e dos projetos de iniciação científica.

Parágrafo único. As atividades de Pesquisa, associadas ao ensino e à extensão, são desenvolvidas através do estudo sistemático dos temas e problemas relevantes do ponto de vista científico, socioeconômico e cultural.

Art. 4º As atividades da Pesquisa devem propiciar:

I. a formação de quadros profissionais de nível superior;

II. a institucionalização da produção intelectual, pela realização sistemática de pesquisas que envolvam:

a) pelo menos 15% do corpo docente,

b) pelo menos 50% dos doutores,

c) grupos definidos com linhas de pesquisa explicitadas;

III. o questionamento crítico, contínuo e permanente da realidade;

IV. o estudo contínuo de novos e diferentes fenômenos;

V. a participação de docentes e alunos pesquisadores da Instituição em congressos, exposições, reuniões científicas nacionais ou internacionais e, especialmente, nos congressos nacionais da respectiva área com apresentação de trabalhos registrados nos respectivos anais; VI. a publicação dos resultados dos trabalhos de investigação em livros ou revistas indexadas ou que tenham conselho editorial externo composto por especialistas reconhecidos na área; VII. o desenvolvimento de intercâmbio institucional sistemático através da participação dos docentes em cursos de pós-graduação, troca de professores visitantes ou envolvidos em pesquisas interinstitucionais;

VIII. o desenvolvimento de programa de iniciação científica, envolvendo estudantes de graduação, correspondentes às temáticas investigadas;

IX. a integração da pesquisa com a extensão, com o ensino sequencial, de graduação e de pós-graduação e com o Plano de Capacitação Docente;

X. o desenvolvimento de programas interdisciplinares.

Art. 5º A FUNVIC, em conformidade com seu Regimento Geral, disponibilizará um Fundo de Apoio à Pesquisa – FAP, regulamentado pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão - ConEPE, como incentivo à pesquisa e à produção científica institucionalizada, aprovado anualmente pelo Conselho da FUNVIC.

Art. 6º A FUNVIC, em conformidade com seu Regimento Geral, manterá um Programa de Bolsas de Iniciação Científica - ProBIC, como incentivo à participação do estudante na pesquisa integrada ao ensino e à formação do pesquisador.

CAPÍTULO II

DA ORGANIZAÇÃO

Art. 7º A organização da Pesquisa na FUNVIC, conforme aprovação do ConEPE, constará de Anexo único deste Regulamento, com a indicação dos Núcleos, dos Grupos e das Linhas de Pesquisa.

§ 1º Os Núcleos correspondem às áreas do conhecimento e são dirigidos por Coordenadores, portadores da titulação de doutor, indicados pela Coordenadoria de Pesquisa, Pós-Graduação e Extensão e designados pelo Diretor, com aval do Conselho da FUNVIC.

§ 2º Os Grupos de Pesquisa, definidos de acordo com as prioridades institucionais, correspondem ao agrupamento de pesquisadores para estudo de grandes temas que integram cada núcleo e são coordenados por Líderes, portadores da titulação de doutor, indicados pela Coordenadoria de Pesquisa, Pós-Graduação e Extensão e designados pelo Diretor, com aval do Conselho da FUNVIC.

§ 3º As Linhas de Pesquisa correspondem ao detalhamento dos grandes temas que integram cada grupo de pesquisa, sendo norteadoras do processo de investigação científica.

Art. 8º Os Núcleos, os Grupos e as Linhas de Pesquisa propostos pela Coordenadoria de Pesquisa, Pós-Graduação e Extensão e suas posteriores alterações, são objeto de aprovação pelo ConEPE-UnP, com aval da Direção e do Conselho da FUNVIC.

Parágrafo único. Os Grupos de Pesquisa, depois de aprovados na IES, devem ser cadastrados junto ao CNPq, na forma estabelecida por aquele órgão.

Art. 9º As atividades de Pesquisa, sob a forma de iniciação científica, são consideradas um instrumento básico de formação que permite introduzir os estudantes de graduação na pesquisa científica, sob a orientação de pesquisadores qualificados.

Parágrafo único. O Programa de Iniciação Científica será regulamentado em instrumento legal próprio.

Art. 10º As atividades de pesquisa desenvolvidas como iniciação científica são contabilizadas academicamente como atividades complementares, de acordo com as orientações normativas da FUNVIC.

CAPÍTULO III

DA ADMINISTRAÇÃO

Art. 11º A administração das atividades de Pesquisa é responsabilidade da Coordenadoria de Pesquisa, Pós-Graduação e Extensão, órgão auxiliar da Direção que tem a função de gerenciar, supervisionar e implementar a política de pesquisa e pós-graduação da IES.

Art. 12º A Coordenadoria de Pesquisa, Pós-Graduação e Extensão, na gestão das atividades de Pesquisa, tem como o apoio administrativo:

I. a Gerência de Pesquisa;

II. o Comitê de Pesquisa – ComPesq;

III. o Comitê de Ética em Pesquisa – CEP.

Parágrafo único. A organização e o funcionamento do ComPesq e do CEP são definidos em regulamentos próprios.

Art. 13º Compete à Gerência de Pesquisa:

I. implementar um sistema de informações em pesquisa;

II. coordenar a elaboração do Calendário Anual de Pesquisa;

III. emitir parecer sobre a participação de profissionais em trabalhos de consultoria, na área de pesquisa;

IV. promover a identificação e divulgação das fontes de financiamento de pesquisa;

V. acompanhar as atividades de pesquisa desenvolvidas pela IES;

VI. acompanhar, junto às agências de fomento, programas de apoio a grupos emergentes e consolidados de pesquisa, na forma de bolsas e auxílios;

VII. elaborar o Relatório Anual de Pesquisa;

VIII. secretariar as atividades do Comitê de Pesquisa;

IX. promover a avaliação qualitativa e quantitativa da Pesquisa na IES, sob a coordenação do Pró-Reitor;

X. coordenar e acompanhar o Programa de Bolsas de Iniciação Científica da IES;

XI. analisar os planos de ocupação docente nas atividades de pesquisa;

XII. coordenar e acompanhar o Fundo de Apoio à Pesquisa da IES;

XIII. executar outras atividades inerentes à área ou que venham a ser delegadas pela autoridade competente.

TÍTULO III

DAS ATIVIDADES DE PESQUISA

CAPÍTULO I

DA APRESENTAÇÃO E SELEÇÃO DE PROJETOS

Art. 14º A inscrição para apresentação de propostas de projetos de pesquisa científica, tecnológica e artística e a posterior seleção para o apoio financeiro institucional são regidas por meio de edital expedido pela Coordenadoria de Pesquisa, Pós-Graduação e Extensão, em conformidade com as diretrizes e prioridades institucionais.

Parágrafo único. A participação em projetos de pesquisa recomendados pelo ComPesq e aprovados pelo ConEPE, habilita o docente ao recebimento de apoio financeiro, sob a forma de bolsa horas de pesquisa e ou a título de Gratificação de Incentivo à Pesquisa – GIP, e aprovado pelo Conselho da FUNVIC.

CAPÍTULO II

DA DISTRIBUIÇÃO DE CARGA HORÁRIA

Art. 15º A distribuição da carga horária destinada à atuação de docentes em projetos e atividades de pesquisa é sugerida em conformidade com as diretrizes institucionais, pelo Coordenador de Pesquisa, Pós-Graduação e Extensão, com o aval da Direção, em acordo com os interesses institucionais, e aprovados pelo Conselho da FUNVIC.

Art. 16º Como política institucional, a meta a ser almejada será de:

I. a distribuição de carga horária para atividade de pesquisa, realizada de forma sistemática, contemplará no futuro pelo menos, 15% (quinze por cento) do corpo docente da Instituição; e em especial os doutores que integram o corpo docente da IES;

II. a distribuição de carga horária para atividade de pesquisa contemplará, apenas, professor com currículo cadastrado na Plataforma Lattes do CNPq, com prioridade para quem, em regime de tempo integral ou parcial, exerça outras atividades na IES;

III. a carga horária distribuída para atividade docente na FUNVIC, em regime de tempo integral, será de 40 (quarenta) horas semanais, sendo metade desse tempo destinada para docência nas atividades de ensino e metade para estudos, pesquisas, trabalhos de extensão, planejamento, coordenação de projetos, avaliação e orientação de alunos, propiciando ao docente atuar, de forma integrada, no ensino, na pesquisa e na extensão;

IV. a remuneração de docente, em atividade de pesquisa, será feita sob a forma de bolsa, a título de Gratificação de Incentivo a Pesquisa – GIP.

Parágrafo único. A composição do quadro de distribuição de carga horária, sob o aval e  supervisão da Direção, antecede a instalação do semestre letivo e deve manter coerência com a política institucional de aproveitamento racional dos recursos humanos docentes, visando à integração das diversas atividades da IES.

Art. 17º A distribuição de carga horária para docentes que atuam no âmbito da pesquisa, observados os limites estabelecidos nos respectivos projetos ou atividades, tem, para os fins desta Resolução, a seguinte destinação:

I. atuação em projetos de pesquisa;

II. participação na atividade de Coordenação de Núcleo de Pesquisa;

III. participação na atividade de Líder de Grupo de Pesquisa.

SEÇÃO I

DA ATUAÇÃO DE DOCENTE

Art. 18º Por atuação de docente em projeto de pesquisa, para fins deste Regulamento, compreende-se sua atuação como pesquisador ou orientador de iniciação científica.

Art. 19º A definição de carga horária para atuação de docente em projetos de pesquisa, em conformidade com o edital, deve observar o estabelecido no projeto de pesquisa recomendado

pelo Comitê de Pesquisa, aprovado pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão – ConEPE e devidamente cadastrado na Coordenadoria de Pesquisa, Pós-Graduação e Extensão.

§ 1º O professor pode participar, como pesquisador, em projetos de pesquisa vinculados a, no máximo, duas linhas de pesquisa, recebendo incentivo financeiro em conformidade com o estabelecido nos projetos aprovados pelo ConEPE.

§ 2º Toda atividade de Iniciação Científica, sob a responsabilidade de um professor, deve estar vinculada a um projeto de pesquisa recomendado pelo Comitê de Pesquisa e aprovado pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão – ConEPE;

§ 3º A concessão de incentivo financeiro, sob forma de bolsa e a título de Gratificação de Incentivo a Pesquisa – GIP, corresponderá a um máximo de 12 (doze) horas-aula semanais, tendo por base a titulação do professor e considerando sua atuação em todos os projetos de pesquisa a que esteja vinculado.

§ 4º A concessão de incentivo financeiro não será acumulativa, respeitando o máximo estipulado no parágrafo anterior.

SEÇÃO II

DO COORDENADOR DE NÚCLEO DE PESQUISA

Art. 20º Por atuação de docente como Coordenador de Núcleo de Pesquisa, para fins desta Resolução, compreende-se aquela desenvolvida na condição de gestor da pesquisa no âmbito institucional e, inclusive, realizando articulações visando à captação de recursos.

Art. 21º São atribuições do Coordenador do Núcleo:

I. coordenar, supervisionar e avaliar os trabalhos dos líderes dos grupos de pesquisa sob sua coordenação;

II. interagir com os líderes dos grupos de pesquisa, vinculados à coordenação, estimulando e propondo novas ações e/ou novas pesquisas;

III. interagir com os coordenadores dos diversos núcleos, sobre os rumos e tendências da pesquisa institucional;

IV. captar recursos externos com o objetivo de subsidiar o desenvolvimento das pesquisas diretamente vinculadas ao núcleo;

V. organizar eventos enfocando as linhas de pesquisa institucionais, os programas de pósgraduação stricto sensu, em conjunto com os demais coordenadores de núcleo, e com a Coordenadoria de Pesquisa, Pós-Graduação e Extensão.

VI. encaminhar relatórios de pesquisa à Coordenadoria de Pesquisa, Pós-Graduação e Extensão;

VII. integrar o Comitê de Pesquisa – ComPesq;

VIII. fomentar a Pesquisa no âmbito de sua área de atuação.

Art. 22º Para o desenvolvimento das funções de Coordenador de Núcleo de Pesquisa, o professor recebe o incentivo financeiro referente a 8 (oito) horas-aula semanais, de acordo com a sua titulação, com aval do Conselho da FUNVIC.

SEÇÃO III

DO LÍDER DE GRUPO DE PESQUISA

Art. 23º Por atuação de docente como Líder de Grupo de Pesquisa, para fins desta Resolução, compreende-se aquela desenvolvida na condição de incentivador da pesquisa institucional no âmbito do grupo de pesquisa ao qual se encontra vinculado, estimulando os demais docentes pesquisadores e discentes a elaborar e desenvolver projetos de pesquisa dentro das linhas definidas pela administração superior da FUNVIC.

Art. 24º São atribuições do Líder de Grupo de Pesquisa:

I. liderar o grupo de pesquisa sob sua responsabilidade;

II. coordenar, supervisionar e avaliar o andamento das atividades propostas nos projetos de pesquisa do grupo;

III. aglutinar os pesquisadores e bolsistas do grupo de pesquisa;

IV. despertar o grupo de pesquisa, alertando para novas áreas de atuação e novas pesquisas, levando sempre em conta a possibilidade de projetos que viabilizem a captação de recursos; V. acompanhar, periodicamente, os integrantes do grupo de pesquisa, sob sua liderança, exigindo a atualização dos respectivos currículos junto à Plataforma Lattes / CNPq;

VI. encaminhar relatórios de pesquisa ao Coordenador do seu Núcleo;

VII. fomentar a pesquisa no âmbito de seu grupo de pesquisa;

VIII. captar recursos externos com o objetivo de subsidiar o desenvolvimento das pesquisas

diretamente vinculadas ao grupo.

Art. 25º Para o desenvolvimento das funções de Líder de Grupo de Pesquisa o professor recebe o incentivo financeiro referente a 4 (quatro) horas-aula/ semanais, de acordo com a sua titulação, com aval do Conselho da FUNVIC.

CAPÍTULO III

DO PRAZO DE DURAÇÃO DA PESQUISA

Art. 26º - O projeto de Pesquisa aprovado terá vigência de 01 (um) ano, podendo ser renovado por até no máximo 12 (doze) meses após a análise/avaliação do impacto do projeto.

Parágrafo único. A vigência do projeto não pode ultrapassar o período da renovação e nem estender ao terceiro ano de vigência. Exemplo: iniciado em 2016 não poderá terminar em 2018.

CAPÍTULO IV

DA DIVULGAÇÃO DA PRODUÇÃO CIENTÍFICA

Art. 27º A produção científica da FUNVIC, além de contar com veículos próprios para sua publicação (Revista Ciência e Saúde On-line, Revista Eletrônica de Ciências Humanas e Revista Eletrônica de Ciências Exatas), poderá ser divulgada através de congressos científicos institucionais e em eventos regionais, nacionais e internacionais.

Art. 28º Os docentes pesquisadores poderão publicar somente uma vez ao ano em revista institucional, referente à sua pesquisa; devendo completar a sua publicação anual (outra publicação), em revista internacional indexada Qualis A ou B, no mesmo ano.

Art. 29º Os docentes pesquisadores remunerados durante o desenvolvimento da pesquisa, não poderão pleitear o incentivo a produção científica referente à Portaria 006/2009.

Art. 30º Os docentes pesquisadores remunerados por órgão externo de fomento e ou pesquisador voluntário poderão pleitear o incentivo a produção científica referente à Portaria 006/2009.

Art. 31º Os pesquisadores remunerados assinarão um termo de compromisso com a Instituição, para desenvolvimento da pesquisa, do sigilo, e do compromisso da publicação, conforme normas desde regulamento.

Art. 32º Os docentes pesquisadores poderão optar pela remuneração por órgão externo de fomento e ou pelo termo voluntariado de pesquisa.

TÍTULO IV

DO REGIME DISCIPLINAR

Art. 33º Aplica-se aos integrantes do Corpo Docente e do Corpo Discente que atuam nas atividades de pesquisa, a respectiva normalização disciplinar constante do Regimento Geral da IES.

TÍTULO V

DAS DISPOSIÇÕES FINAIS

Art. 34º Serão aplicadas, subsidiariamente, nas atividades de Pesquisa todas as demais normas pertinentes estabelecidas pelo Estatuto, pelo Regimento Geral e pelos atos decisórios emanados das instâncias deliberativas e executivas da Administração Superior da IES.

Art. 35º Os casos omissos deste Regulamento são dirimidos pela Coordenadoria de Pesquisa, Pós-Graduação e Extensão, sempre em consonância com o Estatuto e o Regimento Geral da IES e com as diretrizes da Direção.

Art. 36º Este Regulamento, após sua aprovação pelo Conselho Diretor, entra em vigor na data da respectiva Resolução, respeitadas as demais formalidades legais.

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES DE PESQUISA DA FUNVIC

TÍTULO I

  1. DAS DISPOSIÇÕES GERAIS

Art. 1º O presente Regulamento constitui-se no documento legal que regula a organização e o desenvolvimento das atividades de Pesquisa na FUNVIC, em consonância com o disposto no Estatuto, no Regimento Geral e nos atos normativos internos da IES, como também disciplina as formas de integração da Pesquisa com o Ensino de Graduação e de Pós- Graduação, a Extensão e os demais os setores envolvidos.

Art. 2º Este Regulamento, além de complementar os dispositivos do Estatuto e do Regimento Geral da instituição, tem a finalidade de:

I. orientar e regulamentar as atividades próprias da Pesquisa, as competências de sua administração e as áreas de interação com as demais atividades acadêmicas e órgãos da administração da IES;

II. promover, pela definição normativa, o estímulo à expansão das atividades de Pesquisa na IES;

III. disciplinar os relacionamentos, na área da Pesquisa, entre os membros do corpo docente, discente e do corpo técnico-administrativo da FUNVIC e com parceiros externos;

IV. contribuir para a integração entre as instâncias administrativas e acadêmicas que compõem a estrutura organizacional da Pesquisa.

TÍTULO II

DOS OBJETIVOS, ORGANIZAÇÃO E ADMINISTRAÇÃO

CAPÍTULO I

DOS OBJETIVOS

Art. 3º A Pesquisa na FUNVIC, realizada de modo indissociável com o Ensino e a Extensão, permeando todos os níveis de ensino, tem por objetivo a produção do conhecimento novo, a criação cultural, o desenvolvimento do espírito crítico e do pensamento analítico, visando à formação do cidadão profissional empreendedor, à melhoria da qualidade de vida da população e ao desenvolvimento sustentável da Região e Nação, sendo compreendida como:

I. responsabilidade social;

II. eixo articulador das atividades de ensino e de extensão, propiciando o fluxo teoria-prática-teoria;

III. ferramenta privilegiada de iniciação científica, no processo investigativo, para o aluno de graduação;

IV. produção e disseminação do conhecimento técnico-científico e artístico-cultural, principalmente através dos estágios, dos trabalhos de conclusão de curso, das monografias, dos projetos integrados e dos projetos de iniciação científica.

Parágrafo único. As atividades de Pesquisa, associadas ao ensino e à extensão, são desenvolvidas através do estudo sistemático dos temas e problemas relevantes do ponto de vista científico, socioeconômico e cultural.

Art. 4º As atividades da Pesquisa devem propiciar:

I. a formação de quadros profissionais de nível superior;

II. a institucionalização da produção intelectual, pela realização sistemática de pesquisas que envolvam:

a) pelo menos 15% do corpo docente,

b) pelo menos 50% dos doutores,

c) grupos definidos com linhas de pesquisa explicitadas;

III. o questionamento crítico, contínuo e permanente da realidade;

IV. o estudo contínuo de novos e diferentes fenômenos;

V. a participação de docentes e alunos pesquisadores da Instituição em congressos, exposições, reuniões científicas nacionais ou internacionais e, especialmente, nos congressos nacionais da respectiva área com apresentação de trabalhos registrados nos respectivos anais; VI. a publicação dos resultados dos trabalhos de investigação em livros ou revistas indexadas ou que tenham conselho editorial externo composto por especialistas reconhecidos na área; VII. o desenvolvimento de intercâmbio institucional sistemático através da participação dos docentes em cursos de pós-graduação, troca de professores visitantes ou envolvidos em pesquisas interinstitucionais;

VIII. o desenvolvimento de programa de iniciação científica, envolvendo estudantes de graduação, correspondentes às temáticas investigadas;

IX. a integração da pesquisa com a extensão, com o ensino sequencial, de graduação e de pós-graduação e com o Plano de Capacitação Docente;

X. o desenvolvimento de programas interdisciplinares.

Art. 5º A FUNVIC, em conformidade com seu Regimento Geral, disponibilizará um Fundo de Apoio à Pesquisa – FAP, regulamentado pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão - ConEPE, como incentivo à pesquisa e à produção científica institucionalizada, aprovado anualmente pelo Conselho da FUNVIC.

Art. 6º A FUNVIC, em conformidade com seu Regimento Geral, manterá um Programa de Bolsas de Iniciação Científica - ProBIC, como incentivo à participação do estudante na pesquisa integrada ao ensino e à formação do pesquisador.

CAPÍTULO II

DA ORGANIZAÇÃO

Art. 7º A organização da Pesquisa na FUNVIC, conforme aprovação do ConEPE, constará de Anexo único deste Regulamento, com a indicação dos Núcleos, dos Grupos e das Linhas de Pesquisa.

§ 1º Os Núcleos correspondem às áreas do conhecimento e são dirigidos por Coordenadores, portadores da titulação de doutor, indicados pela Coordenadoria de Pesquisa, Pós-Graduação e Extensão e designados pelo Diretor, com aval do Conselho da FUNVIC.

§ 2º Os Grupos de Pesquisa, definidos de acordo com as prioridades institucionais, correspondem ao agrupamento de pesquisadores para estudo de grandes temas que integram cada núcleo e são coordenados por Líderes, portadores da titulação de doutor, indicados pela Coordenadoria de Pesquisa, Pós-Graduação e Extensão e designados pelo Diretor, com aval do Conselho da FUNVIC.

§ 3º As Linhas de Pesquisa correspondem ao detalhamento dos grandes temas que integram cada grupo de pesquisa, sendo norteadoras do processo de investigação científica.

Art. 8º Os Núcleos, os Grupos e as Linhas de Pesquisa propostos pela Coordenadoria de Pesquisa, Pós-Graduação e Extensão e suas posteriores alterações, são objeto de aprovação pelo ConEPE-UnP, com aval da Direção e do Conselho da FUNVIC.

Parágrafo único. Os Grupos de Pesquisa, depois de aprovados na IES, devem ser cadastrados junto ao CNPq, na forma estabelecida por aquele órgão.

Art. 9º As atividades de Pesquisa, sob a forma de iniciação científica, são consideradas um instrumento básico de formação que permite introduzir os estudantes de graduação na pesquisa científica, sob a orientação de pesquisadores qualificados.

Parágrafo único. O Programa de Iniciação Científica será regulamentado em instrumento legal próprio.

Art. 10º As atividades de pesquisa desenvolvidas como iniciação científica são contabilizadas academicamente como atividades complementares, de acordo com as orientações normativas da FUNVIC.

CAPÍTULO III

DA ADMINISTRAÇÃO

Art. 11º A administração das atividades de Pesquisa é responsabilidade da Coordenadoria de Pesquisa, Pós-Graduação e Extensão, órgão auxiliar da Direção que tem a função de gerenciar, supervisionar e implementar a política de pesquisa e pós-graduação da IES.

Art. 12º A Coordenadoria de Pesquisa, Pós-Graduação e Extensão, na gestão das atividades de Pesquisa, tem como o apoio administrativo:

I. a Gerência de Pesquisa;

II. o Comitê de Pesquisa – ComPesq;

III. o Comitê de Ética em Pesquisa – CEP.

Parágrafo único. A organização e o funcionamento do ComPesq e do CEP são definidos em regulamentos próprios.

Art. 13º Compete à Gerência de Pesquisa:

I. implementar um sistema de informações em pesquisa;

II. coordenar a elaboração do Calendário Anual de Pesquisa;

III. emitir parecer sobre a participação de profissionais em trabalhos de consultoria, na área de pesquisa;

IV. promover a identificação e divulgação das fontes de financiamento de pesquisa;

V. acompanhar as atividades de pesquisa desenvolvidas pela IES;

VI. acompanhar, junto às agências de fomento, programas de apoio a grupos emergentes e consolidados de pesquisa, na forma de bolsas e auxílios;

VII. elaborar o Relatório Anual de Pesquisa;

VIII. secretariar as atividades do Comitê de Pesquisa;

IX. promover a avaliação qualitativa e quantitativa da Pesquisa na IES, sob a coordenação do Pró-Reitor;

X. coordenar e acompanhar o Programa de Bolsas de Iniciação Científica da IES;

XI. analisar os planos de ocupação docente nas atividades de pesquisa;

XII. coordenar e acompanhar o Fundo de Apoio à Pesquisa da IES;

XIII. executar outras atividades inerentes à área ou que venham a ser delegadas pela autoridade competente.

TÍTULO III

DAS ATIVIDADES DE PESQUISA

CAPÍTULO I

DA APRESENTAÇÃO E SELEÇÃO DE PROJETOS

Art. 14º A inscrição para apresentação de propostas de projetos de pesquisa científica, tecnológica e artística e a posterior seleção para o apoio financeiro institucional são regidas por meio de edital expedido pela Coordenadoria de Pesquisa, Pós-Graduação e Extensão, em conformidade com as diretrizes e prioridades institucionais.

Parágrafo único. A participação em projetos de pesquisa recomendados pelo ComPesq e aprovados pelo ConEPE, habilita o docente ao recebimento de apoio financeiro, sob a forma de bolsa horas de pesquisa e ou a título de Gratificação de Incentivo à Pesquisa – GIP, e aprovado pelo Conselho da FUNVIC.

CAPÍTULO II

DA DISTRIBUIÇÃO DE CARGA HORÁRIA

Art. 15º A distribuição da carga horária destinada à atuação de docentes em projetos e atividades de pesquisa é sugerida em conformidade com as diretrizes institucionais, pelo Coordenador de Pesquisa, Pós-Graduação e Extensão, com o aval da Direção, em acordo com os interesses institucionais, e aprovados pelo Conselho da FUNVIC.

Art. 16º Como política institucional, a meta a ser almejada será de:

I. a distribuição de carga horária para atividade de pesquisa, realizada de forma sistemática, contemplará no futuro pelo menos, 15% (quinze por cento) do corpo docente da Instituição; e em especial os doutores que integram o corpo docente da IES;

II. a distribuição de carga horária para atividade de pesquisa contemplará, apenas, professor com currículo cadastrado na Plataforma Lattes do CNPq, com prioridade para quem, em regime de tempo integral ou parcial, exerça outras atividades na IES;

III. a carga horária distribuída para atividade docente na FUNVIC, em regime de tempo integral, será de 40 (quarenta) horas semanais, sendo metade desse tempo destinada para docência nas atividades de ensino e metade para estudos, pesquisas, trabalhos de extensão, planejamento, coordenação de projetos, avaliação e orientação de alunos, propiciando ao docente atuar, de forma integrada, no ensino, na pesquisa e na extensão;

IV. a remuneração de docente, em atividade de pesquisa, será feita sob a forma de bolsa, a título de Gratificação de Incentivo a Pesquisa – GIP.

Parágrafo único. A composição do quadro de distribuição de carga horária, sob o aval e  supervisão da Direção, antecede a instalação do semestre letivo e deve manter coerência com a política institucional de aproveitamento racional dos recursos humanos docentes, visando à integração das diversas atividades da IES.

Art. 17º A distribuição de carga horária para docentes que atuam no âmbito da pesquisa, observados os limites estabelecidos nos respectivos projetos ou atividades, tem, para os fins desta Resolução, a seguinte destinação:

I. atuação em projetos de pesquisa;

II. participação na atividade de Coordenação de Núcleo de Pesquisa;

III. participação na atividade de Líder de Grupo de Pesquisa.

SEÇÃO I

DA ATUAÇÃO DE DOCENTE

Art. 18º Por atuação de docente em projeto de pesquisa, para fins deste Regulamento, compreende-se sua atuação como pesquisador ou orientador de iniciação científica.

Art. 19º A definição de carga horária para atuação de docente em projetos de pesquisa, em conformidade com o edital, deve observar o estabelecido no projeto de pesquisa recomendado

pelo Comitê de Pesquisa, aprovado pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão – ConEPE e devidamente cadastrado na Coordenadoria de Pesquisa, Pós-Graduação e Extensão.

§ 1º O professor pode participar, como pesquisador, em projetos de pesquisa vinculados a, no máximo, duas linhas de pesquisa, recebendo incentivo financeiro em conformidade com o estabelecido nos projetos aprovados pelo ConEPE.

§ 2º Toda atividade de Iniciação Científica, sob a responsabilidade de um professor, deve estar vinculada a um projeto de pesquisa recomendado pelo Comitê de Pesquisa e aprovado pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão – ConEPE;

§ 3º A concessão de incentivo financeiro, sob forma de bolsa e a título de Gratificação de Incentivo a Pesquisa – GIP, corresponderá a um máximo de 12 (doze) horas-aula semanais, tendo por base a titulação do professor e considerando sua atuação em todos os projetos de pesquisa a que esteja vinculado.

§ 4º A concessão de incentivo financeiro não será acumulativa, respeitando o máximo estipulado no parágrafo anterior.

SEÇÃO II

DO COORDENADOR DE NÚCLEO DE PESQUISA

Art. 20º Por atuação de docente como Coordenador de Núcleo de Pesquisa, para fins desta Resolução, compreende-se aquela desenvolvida na condição de gestor da pesquisa no âmbito institucional e, inclusive, realizando articulações visando à captação de recursos.

Art. 21º São atribuições do Coordenador do Núcleo:

I. coordenar, supervisionar e avaliar os trabalhos dos líderes dos grupos de pesquisa sob sua coordenação;

II. interagir com os líderes dos grupos de pesquisa, vinculados à coordenação, estimulando e propondo novas ações e/ou novas pesquisas;

III. interagir com os coordenadores dos diversos núcleos, sobre os rumos e tendências da pesquisa institucional;

IV. captar recursos externos com o objetivo de subsidiar o desenvolvimento das pesquisas diretamente vinculadas ao núcleo;

V. organizar eventos enfocando as linhas de pesquisa institucionais, os programas de pósgraduação stricto sensu, em conjunto com os demais coordenadores de núcleo, e com a Coordenadoria de Pesquisa, Pós-Graduação e Extensão.

VI. encaminhar relatórios de pesquisa à Coordenadoria de Pesquisa, Pós-Graduação e Extensão;

VII. integrar o Comitê de Pesquisa – ComPesq;

VIII. fomentar a Pesquisa no âmbito de sua área de atuação.

Art. 22º Para o desenvolvimento das funções de Coordenador de Núcleo de Pesquisa, o professor recebe o incentivo financeiro referente a 8 (oito) horas-aula semanais, de acordo com a sua titulação, com aval do Conselho da FUNVIC.

SEÇÃO III

DO LÍDER DE GRUPO DE PESQUISA

Art. 23º Por atuação de docente como Líder de Grupo de Pesquisa, para fins desta Resolução, compreende-se aquela desenvolvida na condição de incentivador da pesquisa institucional no âmbito do grupo de pesquisa ao qual se encontra vinculado, estimulando os demais docentes pesquisadores e discentes a elaborar e desenvolver projetos de pesquisa dentro das linhas definidas pela administração superior da FUNVIC.

Art. 24º São atribuições do Líder de Grupo de Pesquisa:

I. liderar o grupo de pesquisa sob sua responsabilidade;

II. coordenar, supervisionar e avaliar o andamento das atividades propostas nos projetos de pesquisa do grupo;

III. aglutinar os pesquisadores e bolsistas do grupo de pesquisa;

IV. despertar o grupo de pesquisa, alertando para novas áreas de atuação e novas pesquisas, levando sempre em conta a possibilidade de projetos que viabilizem a captação de recursos; V. acompanhar, periodicamente, os integrantes do grupo de pesquisa, sob sua liderança, exigindo a atualização dos respectivos currículos junto à Plataforma Lattes / CNPq;

VI. encaminhar relatórios de pesquisa ao Coordenador do seu Núcleo;

VII. fomentar a pesquisa no âmbito de seu grupo de pesquisa;

VIII. captar recursos externos com o objetivo de subsidiar o desenvolvimento das pesquisas

diretamente vinculadas ao grupo.

Art. 25º Para o desenvolvimento das funções de Líder de Grupo de Pesquisa o professor recebe o incentivo financeiro referente a 4 (quatro) horas-aula/ semanais, de acordo com a sua titulação, com aval do Conselho da FUNVIC.

CAPÍTULO III

DO PRAZO DE DURAÇÃO DA PESQUISA

Art. 26º - O projeto de Pesquisa aprovado terá vigência de 01 (um) ano, podendo ser renovado por até no máximo 12 (doze) meses após a análise/avaliação do impacto do projeto.

Parágrafo único. A vigência do projeto não pode ultrapassar o período da renovação e nem estender ao terceiro ano de vigência. Exemplo: iniciado em 2016 não poderá terminar em 2018.

CAPÍTULO IV

DA DIVULGAÇÃO DA PRODUÇÃO CIENTÍFICA

Art. 27º A produção científica da FUNVIC, além de contar com veículos próprios para sua publicação (Revista Ciência e Saúde On-line, Revista Eletrônica de Ciências Humanas e Revista Eletrônica de Ciências Exatas), poderá ser divulgada através de congressos científicos institucionais e em eventos regionais, nacionais e internacionais.

Art. 28º Os docentes pesquisadores poderão publicar somente uma vez ao ano em revista institucional, referente à sua pesquisa; devendo completar a sua publicação anual (outra publicação), em revista internacional indexada Qualis A ou B, no mesmo ano.

Art. 29º Os docentes pesquisadores remunerados durante o desenvolvimento da pesquisa, não poderão pleitear o incentivo a produção científica referente à Portaria 006/2009.

Art. 30º Os docentes pesquisadores remunerados por órgão externo de fomento e ou pesquisador voluntário poderão pleitear o incentivo a produção científica referente à Portaria 006/2009.

Art. 31º Os pesquisadores remunerados assinarão um termo de compromisso com a Instituição, para desenvolvimento da pesquisa, do sigilo, e do compromisso da publicação, conforme normas desde regulamento.

Art. 32º Os docentes pesquisadores poderão optar pela remuneração por órgão externo de fomento e ou pelo termo voluntariado de pesquisa.

TÍTULO IV

DO REGIME DISCIPLINAR

Art. 33º Aplica-se aos integrantes do Corpo Docente e do Corpo Discente que atuam nas atividades de pesquisa, a respectiva normalização disciplinar constante do Regimento Geral da IES.

TÍTULO V

DAS DISPOSIÇÕES FINAIS

Art. 34º Serão aplicadas, subsidiariamente, nas atividades de Pesquisa todas as demais normas pertinentes estabelecidas pelo Estatuto, pelo Regimento Geral e pelos atos decisórios emanados das instâncias deliberativas e executivas da Administração Superior da IES.

Art. 35º Os casos omissos deste Regulamento são dirimidos pela Coordenadoria de Pesquisa, Pós-Graduação e Extensão, sempre em consonância com o Estatuto e o Regimento Geral da IES e com as diretrizes da Direção.

Art. 36º Este Regulamento, após sua aprovação pelo Conselho Diretor, entra em vigor na data da respectiva Resolução, respeitadas as demais formalidades legais.

ASSITÊNCIA DE CAPELANIA UNIVERSITÁRIA FUNVIC

I – Introdução

A Capelania Universitária da FUNVIC,  instituída nos termos do Estatuto da Fundação Universitária Vida Cristã é um departamento de serviço e rege-se pelos princípios da Ética e da fé cristã. Oferece apoio e assistência espiritual, centrado nas verdades bíblicas, comprometida com a formação integral do ser humano no resgate dos valores construtivos, transmitindo palavra de orientação e encorajamento às pessoas em momentos especiais ou de crise. Igualmente propõe incentivar a leitura das Escrituras Sagradas, distribuindo a Bíblia, ou Novo Testamento, buscando reavivar e fortalecer a esperança e a fé, mediante o conhecimento de Deus Criador e do Salvador Jesus Cristo. Este serviço é prestado mediante a ministração da Palavra de Deus em eventos, visitas domiciliares e celebrações litúrgicas.

A Capelania Universitária tem como finalidades:

  1. Prestar assistência espiritual à todos os alunos, colaboradores, professores e familiares, respeitada a consciência de cada um;
  2. Oferecer oportunidade de conhecimento, reflexão, desenvolvimento e aplicação dos valores e princípios ético-cristãos;
  3. Colaborar com Presidencia e ou Direção da FUNVIC em todas as suas unidades educacionais na explicitação da confessionalidade Institucional;
  4. Fazer cumprir os dispositivos legais e regimentais da FUNVIC.

II – ORGANIZAÇÃO

A CAPELANIA UNIVERSITÁRIA FUNVIC – FACULDADE DE PINDAMONHANGABA é constituída por todos os capelães e auxiliares que desenvolverão as suas atividades nos termos deste regimento interno.

III – Áreas de Atuação e Designação

A Capelania da FUNVIC atuará nas seguintes áreas:

Institucional, Universitária, Educação Básica, Ensino Médio, Esportiva e Assistencial atendendo administrativamente, os capelães, às especialidades de cada uma dessas áreas.

A Coordenação Geral da Capelania Universitária é de competência do Presidente da Fundação Universitária Vida Cristã ou alguém por ele nomeado. O Presidente poderá nomear um capelão como coordenador das ações estruturais da Capelania da FUNVIC.

IV – Linhas de Ação e Objetivos

Compete ao Capelão da FUNVIC:

  1. Oficiar cultos e outros atos religiosos no âmbito da FUNVIC,
  2. Prestar assistência espiritual aos corpos docente, discente e funcionários da FUNVIC;
  3. Por solicitação do Presidente da Fundação Universitária Vida Cristã e ou Diretor da FUNVIC, comparecer a cerimônia oficiais da FUNVIC e suas unidades educacionais;
  4. Promover e implementar a Carta de Princípios aprovada pela Presidencia, para o respectivo Ano Acadêmico;
  5. Cooperar com o Presidente na sua missão de Guardião da expressão da fé Confessional na FUNVIC e nas instituições mantidas;
  6. Representar o Presidente e ou o Diretor em eventos, quando solicitado;
  7. Representar a Capelania nos eventos internos e externos quando convidado;
  8. Apoiar os Conselhos, Administração Geral e Unidades da Instituição sempre que solicitado;
  1. Coordenar os trabalhos junto aos capelães em suas respectivas atividades e áreas específicas.
  2. Coordenar a distribuição de Bíblias, textos eletrônicos ou impressos;
  3. Fomentar, regulamentar e supervisionar movimentos cristãos evangélicos na Instituição;
  4. Apoiar os Diretórios Acadêmicos em realizações que busque tanto o bem estar social quanto o caráter filantrópico da Instituição, sem implicar responsabilidade solidária;
  5. Coordenar as ações e usos da Capela Cristã Evangélica para celebrações e acolhimento espiritual, dentro dos padrões cristãos evangélicos.

Considerações Finais

            A Capelania da FUNVIC desenvolve suas atividades sempre respeito o direito a individualidade, liberdade religiosa e os princípios éticos nos relacionamentos entre capelães e os atendidos por ela. Ressaltamos que, sempre que possível e necessário o seja feito o encaminhamento de casos que não lhe compete tecnicamente ao departamento de Atendimento Psicopedagógico.

            Como um setor que trata das grandes questões fundamentais da vida e seus conflitos; a Capelania da FUNVIC tem em seu corpo de capelães, pessoas qualificadas para estas demandas, com formação nas áreas de Aconselhamento Integral e Cristão.

            

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA DA FUNVIC

TÍTULO I

DA IDENTIFICAÇÃO E DOS OBJETIVOS

Capítulo I

DA IDENTIFICAÇÃO

Art. 1º A Extensão Universitária da FUNDAÇÃO UNIVERSITÁRIA VIDA CRISTÃ - FUNVIC rege-se pelo presente Regulamento, com base no regimento geral da FUNVIC e do Regulamento da Coordenadoria de Pesquisa, Pós-Graduação e Extensão, pela legislação de ensino superior, no que couber.

Art. 2º A Extensão Universitária na FUNVIC é promovida pela Coordenadoria de Pesquisa, Pós-Graduação e Extensão por meio do Núcleo de Extensão - NEXT, sob a supervisão do Coordenador de Pesquisa, Pós-Graduação e Extensão.

Art. 3º A Extensão Universitária é entendida pela FUNVIC como uma atividade acadêmica indissociável do ensino e da pesquisa, assim como o processo educativo, cultural e científico que viabiliza a relação transformadora entre a IES e a Sociedade.

Parágrafo único. A Extensão na FUNVIC se faz ver através das atividades e dos processos entre a IES e a Comunidade onde se encontra inserida.

Art. 4º A FUNVIC, através da Extensão Universitária, mantém o compromisso com os valores bíblico-cristãos que professa, com a garantia dos valores democráticos, de igualdade e desenvolvimento social.

Parágrafo único. Através da extensão universitária o compromisso social da FUNVIC se concretiza, pois tal compromisso está na origem de sua formação, com a clara vocação de tornar-se parceira dos diferentes setores da sociedade no atendimento à comunidade.

Capítulo II

DA FINALIDADE E DOS OBJETIVOS

Art. 5º A extensão tem como finalidade a troca de saberes sistematizados, acadêmico e popular, gerando como consequências: a produção do conhecimento resultante do confronto com a realidade brasileira e regional, a democratização do conhecimento acadêmico e a participação efetiva da comunidade na atuação da IES.

Art. 6º A Extensão Universitária da FUNVIC tem os seguintes objetivos:

I - evidenciar a indissociabilidade da tríade ensino, pesquisa e extensão nas ações realizadas;

II - fomentar o comprometimento da comunidade universitária com interesses e necessidades da sociedade, em todos os níveis, estabelecendo mecanismos que relacionem o saber acadêmico a outros saberes;

III - democratizar o conhecimento acadêmico e a participação da FUNVIC junto à sociedade;

IV - contribuir positivamente para o desenvolvimento da consciência social e política dos acadêmicos, formando profissionais-cidadãos comprometidos com os valores bíblico-cristãos;

V - participar criticamente das propostas que objetivem o desenvolvimento local e regional, econômico, educativo, científico, tecnológico, social, esportivo, cultural e artístico;

VI - enriquecer os currículos dos cursos de graduação e pós-graduação com ações educativas significativas e transformadoras;

VII - sistematizar os conhecimentos produzidos;

VIII - vivenciar a responsabilidade social no cotidiano;

IX - possibilitar novos meios e processos de produção, inovação e transferência de conhecimentos, permitindo a ampliação do acesso ao saber e o desenvolvimento tecnológico e social do país.

TÍTULO II

DA ESTRUTURA ORGANIZACIONAL

Capítulo I

DO NÚCLEO DE EXTENSÃO

Art. 7º O Núcleo de Extensão (NEXT) está ligado à Coordenadoria de Pesquisa, Pós-Graduação e Extensão e é responsável pelo fomento das atividades de extensão da FUNVIC.

Art. 8º Compete ao NEXT:

I - acompanhar e manter registro atualizado do andamento das atividades do núcleo;

II - apresentar à Coordenadoria de Pesquisa, Pós-Graduação e Extensão relatórios periódicos das atividades realizadas e promovidas;

III - cumprir e fazer cumprir as disposições deste Regulamento e as demais normas pertinentes;

IV - identificar as necessidades das comunidades internas e externas para execução de programas, projetos e cursos;

V - promover e estruturar atividades de extensão, junto com os coordenadores de graduação e pós-graduação;

VI - coordenar as ações de formação (educação) continuada em parceria com os coordenadores de curso.

Art. 9° O NEXT será constituído por:

I - Coordenador do Núcleo de Extensão;

II - Assistente de Programas, Projetos e Cursos;

III - Assistente de Eventos e Prestação de Serviços;

Art. 10º Compete ao Coordenador do NEXT:

I - buscar a articulação das ações de extensão com outras atividades desenvolvidas na IES ou na sociedade;

II - estabelecer contatos e parcerias com a comunidade alvo dos programas e projetos;

III - supervisionar o trabalho de discentes bolsistas ou voluntários vinculados às ações e orientados por docentes;

IV - acompanhar o trabalho dos Assistentes;

V - zelar pelos equipamentos e materiais colocados à disposição para a realização das ações;

VI - apresentar plano de aplicação pormenorizado dos recursos financeiros envolvidos nas ações, bem como a destinação dos bens materiais também envolvidos;

VII - encaminhar às instâncias competentes os relatórios das ações para a análise, aprovação, registro e certificação;

VIII - apresentar às instâncias competentes a prestação de contas de recursos advindos do recolhimento de taxas, convênios e cooperações.

IX - receber e encaminhar ao coordenador de extensão a documentação relativa aos projetos, cursos e eventos visando o credenciamento;

X- inscrever candidatos e matricular alunos, quando couber;

XI - registrar certificados de participação, organização, coordenação e atividades afins;

XII- registrar relatórios de Cursos de Extensão e Eventos;

XIII - encaminhar ao coordenador de Pesquisa, Pós-graduação e Extensão os relatórios: técnico e final das atividades desenvolvidas;

XIV - manter atualizada a documentação do Núcleo de Extensão;

XV - acompanhar os registros acadêmicos;

XVI – realizar a emissão de certificados ou declarações.

Parágrafo único. A função de Assistente das Modalidades de Extensão será exercida por profissionais com formação coerente com a natureza da atividade.

Art. 12º Compete ao Assistente de Programas, Projetos e Cursos:

I - analisar as propostas feitas pelos coordenadores, professores ou alunos a fim de integralizá-las, definindo se tal torna-se parte de um programa, projeto ou curso;

II - cuidar do planejamento, bem como a indicação das etapas a serem seguidas na realização das atividades previstas;

IV - em relação aos cursos deverá organizar os horários, datas e distribuições em salas de forma que o horário e data não choquem com outras atividades da instituição;

V - em caso de cursos montados a partir da estrutura dos cursos de graduação e pós-graduação, organizar a documentação necessária para tal junto à secretaria geral e coordenadores de cada graduação ou pós-graduação.

Art. 13º Compete ao Assistente de Eventos e Prestação de Serviços:

I – contribuir na organização dos eventos de extensão;

II – cuidar da tesouraria, agenda, controle de presentes, ingressos, equipe de apoio e tudo o mais necessário para a produção de um evento;

III - realizar pesquisa de campo a fim de definir ações necessárias à comunidade regional;

IV – oferecer às secretarias de saúde, secretarias de educação, prefeituras, empresas e afins propostas de cursos, consultorias, capacitações, etc.;

V – montar tabelas de valores, carga horária, pessoal e material necessários para a realização da proposta oferecida.

TÍTULO III

DAS DIRETRIZES DA EXTENSÃO

Capítulo I

DA CARACTERIZAÇÃO

Art. 14º A FUNVIC considera imprescindível seu envolvimento no contexto comunitário de seu entorno com o fim de potencializar o desenvolvimento das funções ensino, pesquisa e extensão através de cooperações e parcerias com agentes públicos, privados, comunitários e ONGs.

A Extensão Universitária guardará relação preferencial com as áreas relacionadas diretamente com os cursos de Graduação oferecidos pela FUNVIC.

As atividades de extensão são desenvolvidas no espaço do campus e nas comunidades adjacentes, tendo como finalidade o desenvolvimento social e cultural dos estudantes e membros da comunidade envolvidos.

Os recursos financeiros para o desenvolvimento de ações de extensão, sejam de orçamento, fundações de apoio, convênios, contratos ou parcerias, deverão ser regulamentados por resolução específica da FUNVIC.

Art. 15º Somente será reconhecida como atividade de extensão oficial aquela devidamente registrada no Núcleo de Extensão e na Coordenadoria de Pesquisa, Pós-graduação e Extensão.

Seção I

Das Áreas e Linhas de Extensão

Art. 16º As ações da extensão serão classificadas conforme a área do conhecimento (conforme definição do CNPq) e área temática (campos de atuação previstos no Plano Nacional de Extensão).

São consideradas áreas do conhecimento:

I - Ciências Exatas e da Terra;

II - Ciências Biológicas;

III - Engenharia/Tecnologia;

IV - Ciências da Saúde;

V - Ciências Agrárias;

VI - Ciências Sociais;

VII - Ciências humanas;

VIII - Linguística, Letras e Artes.

São consideradas áreas temáticas:

I - comunicação;

II - cultura;

III - direitos humanos e justiça;

IV - educação;

V - meio ambiente;

VI - saúde;

VII - tecnologia e produção;

VIII - trabalho;

IX - administração e economia.

Art. 17º As áreas temáticas orientarão as linhas de Extensão, conforme a vocação da IEX.

As linhas de extensão deverão, preferencialmente, ter caráter interdisciplinar.

1 Em anexo a este regulamento encontrar-se-á o quadro com as linhas de extensão propostas pelo MEC (anexo A).

As ações de extensão deverão, obrigatoriamente, estar vinculadas às linhas de extensão, estas, às áreas temáticas.

As linhas de extensão admitem o desenvolvimento de ações de extensão – programas, projetos, prestação de serviços, realização de cursos e eventos – voltadas para a discussão, planejamento, implementação e avaliação visando a formação, capacitação e qualificação de pessoas que atuam na área e a produção e divulgação de informações, (conhecimentos e material didático na área).

Art. 18º As ações da Extensão Universitária na FUNVIC far-se-ão através das modalidades:

I - programas;

II - projetos;

III - cursos;

IV - eventos; e

V - prestação de serviços.

Parágrafo único. Os cursos e as prestações de serviço serão agrupados considerando-se as áreas do conhecimento.

Capítulo II

DOS PROCEDIMENTOS GERAIS

Art. 19º Para efeito de controle interno, as ações de Extensão poderão assumir as seguintes situações:

I – em tramitação (TR);

II – não iniciado (NI);

III – em andamento (AN);

IV – interrompido temporariamente (IT);

V – interrompido definitivamente (ID);

VI – encerrado (EN);

VII – concluído (CO); e

VIII – cancelado (CA).

Art.20º Cada atividade de extensão terá um responsável pela unidade de propósitos, acompanhamento dos processos e avaliação dos resultados.

Art. 21º As atividades de Extensão poderão assumir caráter permanente, desde que recomendados pelos colegiados dos cursos de graduação ou pós-graduação da FUNVIC e deferido pela Coordenadoria de Pesquisa, Pós-graduação e Extensão.

Capítulo III

DA TRAMITAÇÃO E APROVAÇÃO

Art.22º A proposição de toda atividade de extensão na FUNVIC será encaminhada ao NEXT para análise, aprovação e orientações sobre o proceder.

Art.23º Existe formulário próprio para solicitação e apresentação de relatório em cada modalidade de extensão na FUNVIC.

Art.24º Caso o(s) proponente(s) ou participante(s) de alguma das atividades de extensão esteja(m) inadimplente(s) com relação a outras atividades veiculadas na IES, a proposta não será analisada, devendo retornar ao órgão proponente.

Art.25º As propostas de ações de extensão envolvendo captação de recursos deverão ser encaminhadas ao NEXT, no prazo de 90 (noventa) dias e as demais no prazo de 60 (sessenta) dias, antes do início da atividade, para análise e aprovação.

Parágrafo único. Apenas as atividades cadastradas no NEXT poderão ter deliberação de financiamentos e custeios.

Art. 26º O órgão proponente deverá embasar sua decisão nos seguintes aspectos, além de outros que julgar relevantes:

I - coerência com a missão e valores institucionais;

II - relevância acadêmica, manifestando relação de compromisso com as áreas constantes no projeto pedagógico do curso, bem como aos eixos temáticos de cada disciplina que compõem o currículo, contribuindo para estreitar a relação teoria/prática;

III - relevância social, assegurando ações comprometidas com as expectativas sociais, com o desenvolvimento local e regional e com a consolidação das diferentes manifestações culturais;

IV - viabilidade econômica, sendo auto-sustentáveis ou com custos compatíveis com a disponibilidade de recursos da instituição e, quando possível, gerando receitas através da prestação de serviços;

V - caráter globalizante e sistemático (continuidade temporal);

VI - articulação com as linhas de pesquisa da graduação e pós-graduação;

VII - previsão de parcerias internas e externas e de mecanismos de colaboração interinstitucional que assegurem a efetividade das ações, sendo que as parcerias externas devem ser formalizadas através de contrato de risco para ambas as partes;

VIII - caráter inter e/ou multidisciplinar;

IX - relação entre a formação acadêmico-profissional do proponente da ação de extensão e a natureza/área de conhecimento da atividade proposta.

Art. 27º Cabe ao órgão proponente em conjunto com a Coordenação do curso de origem zelar pelo cumprimento da atividade de extensão, inclusive o cronograma de execução.

Parágrafo único. Qualquer alteração em proposta aprovada, mesmo que em relação aos participantes e ao recurso financeiro, deverá ser encaminhada ao NEXT para ser (re) analisada.

Capítulo IV

DA PARTICIPAÇÃO

Art. 28º Os Projetos de Extensão envolverão um Coordenador de projeto e demais participantes.

A Coordenação do Projeto de Extensão deverá ser executada exclusivamente por docentes e técnicos de nível superior, pertencentes ao quadro efetivo da FUNVIC.

Docentes do quadro temporário, discentes e pessoas da comunidade sem vínculo com a FUNVIC, somente poderão figurar como participantes.

Art. 29º Poderão participar das Atividades de Extensão pessoas sem vínculo com a FUNVIC tais como profissionais liberais, professores de outras instituições, inclusive da educação básica ou outros julgados pertinentes pelo Coordenador do projeto, desde que não haja ônus para a Instituição.

Parágrafo único. A inclusão/exclusão de pessoas sem vínculo com a IES em Projetos de Extensão far-se-á mediante requerimento ao Coordenador do projeto, que tomará as providências necessárias.

Art. 30º Os encargos atribuídos aos docentes, nos Projetos de Extensão, serão computados na carga horária de trabalho dos mesmos com o valor semanal de duas horas de atividade.

Art. 31º Os Docentes que pretendam ser incluídos ou excluídos em Atividades de Extensão deverão encaminhar requerimento ao Coordenador do Projeto, indicando a carga horária de dedicação ao mesmo, o qual será remetido à Coordenadoria de Pesquisa, Pós-graduação e Extensão.

Art. 32º Os encargos atribuídos aos técnico-administrativos nas Atividades de Extensão serão computados na carga horária de trabalho dos mesmos.

É vedada a participação de técnico-administrativo quando este vier a comprometer a sua atividade principal e/ou caracterizar-se como desvio de função.

A inclusão/exclusão de pessoal técnico administrativo em Projetos de Extensão já aprovados, deverá ser feita com o Coordenador do Projeto.

Art. 33º O envolvimento de discentes nos Projetos de Extensão é obrigatório. Far-se-á mediante atribuição de carga horária, bolsa oriunda de convênios ou como participação voluntária.

Capítulo V

DO ACOMPANHAMENTO, EXECUÇÃO E AVALIAÇÃO

Art.34º O acompanhamento das Atividades de Extensão será feito com base nos Relatórios Anuais apresentados pelo(s) Coordenador(es) orientador(es) em formulários para relatório periódico fornecidos pelo NEXT.

Art. 35º O Relatório final de cada atividade de Extensão deverá ser entregue ao final das mesmas, contendo os itens propostos pelo formulário eletrônico.

Art. 36º Os órgãos proponentes e participantes das Atividades de Extensão deverão avaliar o relatório final, quanto ao cumprimento dos objetivos propostos e a contribuição da execução para o ensino, a pesquisa e a prática profissional.

Capítulo VI

DA CERTIFICAÇÃO

Art. 37º Serão emitidos certificados de participação ou declarações aos participantes envolvidos nas atividades de extensão conforme a natureza da mesma.

Art.38º O certificado ao participante em Projetos de Extensão, cursos e eventos será emitido pelo NEXT e será assinado pelo Coordenador do mesmo e pelo Coordenador de Pesquisa, Pós-graduação e Extensão, a partir dos Relatórios, constando a carga horária total de atividades desenvolvidas nos períodos.

Art.39º O certificado de curso deverá conter o nome da instituição onde foi realizado, descrição do curso, carga horária e natureza do envolvimento do participante.

Art.40º Terão direito ao certificado de curso de extensão, os inscritos que, comprovadamente, mediante o relatório final, tenham obtido frequência mínima de 75% (setenta e cinco por cento) nas atividades programadas e aproveitamento satisfatório, conforme a avaliação formal estabelecida na proposta do curso.

TÍTULO IV

DAS MODALIDADES

Capítulo I

DOS PROGRAMAS

Art. 41º Os Programas constituem-se num conjunto articulado de projetos e outras ações de Extensão Universitária (cursos, eventos, prestação de serviços), preferencialmente, integradas ao ensino e à pesquisa, de caráter orgânico-institucional, com clareza de diretrizes e orientação para a conquista de um objetivo comum, executado a médio e/ou longo prazo.

Art. 42º O Programa, mesmo criado a partir de diferentes iniciativas, se integra, superando a fragmentação, oportunizando a interdisciplinaridade e ação conjunta entre os Cursos de Graduação e Pós-graduação da FUNVIC.

Parágrafo único. O Programa não se vincula a um departamento ou curso específico, mas, perpassa por vários desses na Instituição.

Art. 43º Na modalidade de Programa os participantes não serão considerados participantes de projetos, mas do Programa, ampliando sua visão interdisciplinar e seu campo de atuação acadêmica e comunitária.

Parágrafo único. A articulação dos projetos em um Programa deverá otimizar a aplicação dos recursos financeiros investidos, evitando repetições de projetos com atuação a partir dos mesmos problemas.

Art. 44º Os Programas se fundamentam em leituras e discussões coletivas acerca da realidade social do entorno, que desafia constantemente a ação extensionista proposta.

Art. 45º Os Programas assumem como princípio básico o diálogo cuidadoso e criterioso, estendido à comunidade, ONG´s, instituições públicas e empresas que, embora não sejam participantes do meio acadêmico, acabam interagindo com os professores e alunos, contribuindo, de modo eficaz, para a realização dos objetivos propostos.

Capítulo II

DOS PROJETOS

Art. 46º Os Projetos são entendidos como o conjunto de atividades de caráter educativo, cultural, científico ou tecnológico, desenvolvido de forma planejada, com objetivos e prazos definidos.

Parágrafo único. O projeto pode ser vinculado (forma preferencial) ou não-vinculado a um programa.

Art. 47º Os projetos envolvem docentes, pesquisadores, discentes (bolsistas ou voluntários) e servidores técnico-administrativos, desenvolvidos junto à comunidade, mediante ações processuais contínuas.

Art. 48º Os Projetos de Extensão poderão ser propostos por docentes, discentes e/ou técnicos de nível superior, devendo ter relação com o ensino, a pesquisa e a prática profissional, propiciando ao discente uma oportunidade de crescimento complementar.

Parágrafo único. No caso de Projetos propostos por discente(s), este(s) deverá (ão) estar regularmente matriculado(s) em qualquer curso de graduação oferecido pela FUNVIC e sob a orientação de docente(s) que atue(m) na área de desenvolvimento do Projeto.

Art.49º O Projeto de Extensão deverá explicitar em seu plano de ação as etapas a serem seguidas, as intenções dos extensionistas, a relevância para a comunidade, a relação custo benefício, o know-how do curso, a viabilidade, as implicações.

Art. 50º Os Projetos de Extensão poderão ser constituídos por cursos, eventos, atividades complementares e outras, articulados entre si.

Parágrafo único. Curso, evento e prestação de serviços, quando realizado de forma isolada não se constitui Projeto de extensão.

Art. 51º Todo projeto de extensão deve redundar, pelo menos, em um artigo a ser publicado.

Art. 52º Os Projetos de Extensão poderão ser encaminhados e/ou indicados em qualquer época do ano e terão duração mínima determinada pela coordenação do curso.

Art. 53º É vedado aos Projetos de Extensão propostos por discentes, o credenciamento como projetos permanentes.

Art. 54º Os resultados finais dos Projetos de Extensão deverão ser divulgados pelo coordenador do projeto em concordância com a coordenação do curso, através de apresentação em eventos e/ou publicações técnico-científicas.

O mesmo procedimento far-se-á com relação aos Projetos permanentes, ao término do período mínimo de execução.

Os Coordenadores deverão encaminhar documentos comprobatórios ou cópia da publicação de seus Projetos ao Coordenador do curso e ao NEXT para ser juntada ao processo.

Os Projetos contemplados com auxílio deverão ser divulgados em eventos promovidos pela Instituição ou outro, mesmo que sejam os resultados parciais.

Capítulo III

DOS CURSOS

Art. 55º Curso é entendido como o conjunto articulado de ações pedagógicas, planejadas e organizadas de forma sistemática, de caráter extracurricular, teórico e/ou prático, presencial e/ou à distância, incluindo carga horária (mínimo de 8 horas) e processo de avaliação formal.

Parágrafo único. Prestação de Serviços realizada como curso deve ser registrada como curso.

Art. 56º Os cursos são classificados nas seguintes categorias:

I- modalidade:

a) curso presencial: em que as atividades de ensino-aprendizagem são desenvolvidas com a presença simultânea de alunos e professor durante toda a carga horária;

b) a distância: curso em que as atividades de ensino-aprendizagem são desenvolvidas majoritariamente sem que os alunos e professores estejam presentes no mesmo lugar à mesma hora, tendo acompanhamento do professor e/ou tutor durante toda a realização do curso. A avaliação deverá ser presencial.

II – carga horária:

a) igual ou maior que 8 horas e menor que 30 horas;

b) igual ou superior a 30 horas.

III – natureza:

a) iniciação - objetiva principalmente oferecer noções introdutórias em uma área específica do conhecimento;

b) atualização - ministrado somente a alunos graduados, objetiva, principalmente, atualizar e ampliar conhecimentos, habilidades ou técnicas em uma área do conhecimento;

c) treinamento e qualificação profissional - objetiva, principalmente, treinar e capacitar em atividades profissionais específicas;

d) aperfeiçoamento - é um sistema organizado de uma ou mais disciplinas, visa aprofundar conhecimentos em campo determinado, com carga horária mínima de 150h, e ministrado somente a alunos graduados.

Art. 57º Os Cursos poderão ser realizados e/ou indicados em qualquer época do ano e terão duração mínima de 8 horas.

Art. 58º O acompanhamento e avaliação dos cursos seguirão especificações contidas nos formulários eletrônicos.

Art. 59° O Relatório final dos Cursos de Extensão deverá ser entregue após realização dos mesmos, contendo a lista e frequência dos participantes, resumo da avaliação realizada pelos participantes, destaques para melhoria.

Capítulo IV

DOS EVENTOS

Art.60º Os eventos se configuram como propostas com caráter educativo, esportivo, cultural, social, científico, artístico ou tecnológico, sem necessariamente possuir o caráter de continuidade. São desenvolvidos de forma planejada com objetivos e período de curto prazo.

Art.61º Incluem-se na categoria de eventos na FUNVIC:

I - congressos:

a) evento de âmbito regional, nacional ou internacional, com duração entre 3 e 7 dias, que reúne participantes de uma comunidade científica ou profissional ampla;

b) abrange um conjunto de atividades como: mesas-redondas, palestras, conferências, apresentação de trabalhos, cursos, mini-cursos, oficinas / workshop, sessões de temas livres e outros;

c) incluem-se nesta classificação os eventos de grande porte, como conferência nacional de..., semana de..., reunião anual de..., etc.;

d) os cursos incluídos no congresso, com duração igual ou superior a 8 horas devem, também, ser registrados e certificados.

II – semanas:

a) evento de caráter local, com duração mínima de 3 dias, que reúne participantes de diferentes segmentos.

III - jornada ou similar:

a) evento de caráter científico e/ou profissional de âmbito menor do que o congresso, tanto em termos de duração (1 a 3 dias), quanto em número de participantes, cobrindo campos de conhecimento mais especializados;

b) incluem-se nessa classificação os eventos de médio porte, como seminário, encontro, simpósio, jornada, colóquio, fórum, reunião (maior que 8h).

IV – palestra, conferência ou similar:

a) evento científico de âmbito menor do que a jornada, em termos de duração (menor que 8 horas);

b) incluem-se nessa classificação os eventos de pequeno porte, como palestra, debate, mesa-redonda, mini-curso, reunião ou oficina, com carga horária menor que 8 horas;

c) a conferência se caracteriza por ser um tipo formal de apresentação feita por convidados especiais, geralmente uma figura de destaque na área;

d) a palestra se caracteriza por ser um tipo formal de apresentação feita por convidados especiais, geralmente uma figura de destaque na área. Difere da conferência apenas por permitir o debate do palestrante com a plateia;

e) a mesa redonda consiste na apresentação, por um número restrito de pesquisadores convidados (3 a 5), de um tema comum que, ao final, é debatido com a plateia;

f) a oficina é um conjunto de atividades de caráter prático, que visa desenvolver determinadas habilidades e conhecimentos em uma área específica, incluindo: workshop, oficina e laboratório.

V – ciclo de debates ou similar:

a) encontros sequenciais que visam à discussão de um tema específico;

b) inclui: Ciclo de..., Circuito..., entre outros.

VI – exposição:

a) exibição pública de obras de arte, produtos, serviços, etc.. Em geral, é utilizada para a promoção e venda de produtos e serviços;

b) inclui: feira, salão, mostra, dia, lançamento, entre outras.

VII – espetáculo:

a) trata-se de demonstração pública de eventos cênicos musicais;

b) inclui: recital, concerto, show, apresentação teatral, exibição de cinema e televisão, demonstração pública de canto, dança e interpretação musical, entre outras.

VIII – evento esportivo:

a) inclui Campeonato, torneio, olimpíada, apresentação esportiva, entre outros.

IX – festival:

a) são ações/eventos ou espetáculos artísticos, culturais ou esportivos, realizados concomitantemente, em geral em edições periódicas.

X – campanha:

a) ação pontual de mobilização e divulgação que visa a um objetivo definido.

XI – excursão:

a) ação que tem por finalidade apresentar aspectos pedagógicos multidisciplinares.

Art. 62º Os Eventos deverão, prioritariamente, ser previstos no calendário acadêmico.

Capítulo V

DA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS

Art.63º As ações de Extensão denominadas “prestação de serviço” são atividades prestadas à comunidade interna e/ou externa, podendo inclusive gerar recursos alternativos para a instituição.

Art.64º A prestação de serviço favorece o aprendizado prático dos estudantes, envolvendo-os em projetos específicos de cunho institucional, social, técnico e/ou cultural, realizados pelos Escritórios Técnicos, Laboratórios, Clínicas, Incubadoras, Empresa Júnior, clínica-escola, núcleos de acervos, Agências Produtoras (marketing, comunicação), TV e Rádio.

A Prestação de Serviços se caracteriza por intangibilidade, inseparabilidade e não resulta na posse de um bem.

Quando a prestação de serviço é oferecida como “curso” ou “projeto de extensão”, deve ser registrada como tal (curso ou projeto).

A prestação de serviço pode ter caráter permanente ou eventual.

Todo Projeto de Prestação de Serviços deve redundar, pelo menos, em um artigo de relato de experiência a ser publicado.

Para toda prestação de serviço deverá haver assinatura de contrato redigido de acordo com a classificação, por ambas as partes, contratante e contratado.

Art. 65º São classificados como prestação de serviços pela FUNVIC:

I – consultoria - análise e emissão de pareceres, envolvendo pessoal do quadro, acerca de situações e/ ou temas específicos;

II - assessoria - assistência ou auxílio técnico em um assunto específico, envolvendo pessoal do quadro, graças a conhecimentos especializados;

III – curadoria - organização e manutenção de acervos e mostras de arte e cultura, envolvendo pessoal do quadro;

IV – pesquisa encomendada;

V – atendimentos à saúde humana:

a) consulta ambulatorial ou domiciliar programada, prestada por profissionais da área da saúde;

b) consulta de Emergência e Urgência – Consulta em situação que exige pronto atendimento;

c) internação – atendimento a pacientes internados;

d) cirurgia – intervenções cirúrgicas (hospitalares e ambulatoriais);

e) exame laboratorial – exames de patologia clínica e anátomo-patologia;

f) exames diagnósticos - radiologia, ultra-sonografia e outros exames por imagens, provas funcionais, endoscopia, etc.;

g) outros atendimentos não incluídos nos itens anteriores.

VI - visitas monitoradas:

a)inclui: visitas a museus, centros de memória, jardim botânico, estação ecológica, observatório, planetário, museus de ciência, clube, entre outros.

VII - atividades de propriedade intelectual - total de atividades de proteção e transferência dos direitos de propriedade intelectual:

a) patentes – depósito de patentes e modelos de utilidades;

b) softwares – registro de marcas e softwares;

c) tecnologia – contratos de transferência de tecnologia;

d) direitos autorais – registros de direitos autorais;

e) exames e laudos técnicos – exames, perícias e laudos realizados em laboratórios / departamentos, envolvendo pessoal do quadro da instituição, que oferecem serviço permanente;

f) atendimento jurídico – atendimento a pessoas em orientação ou encaminhamento de questões jurídicas ou judiciais.

TÍTULO V

DOS REGISTROS ACADÊMICOS

Capítulo I

DAS PUBLICAÇÕES E OUTROS PRODUTOS ACADÊMICOS

Art.66º As publicações e outros produtos acadêmicos são compreendidos como resultado advindo das ações de extensão produzidos no âmbito da instituição de ensino superior e deverão ser registrados.

Os registros de produto acadêmico visam difusão e divulgação cultural, científica ou tecnológica.

Incluem-se aqui publicações e produtos resultantes das ações de ensino, pesquisa e extensão.

Art.67º Os produtos acadêmicos passíveis de registro classificam-se em:

I - publicações e produtos acadêmicos:

a) caracterizam-se como a produção de publicações e produtos acadêmicos decorrentes das ações de extensão, para difusão e divulgação cultural, científica ou tecnológica.

II – livro e capítulos de livros:

a) produção efetivada.

III – manual:

a) inclui Cartilhas, Livrete ou Libreto, Fascículos, Cadernos, Boletins.

IV – jornal, revista:

a) Periódico de divulgação de notícias, entrevistas, comentários e informações. Nesse sentido, inclui Boletim.

V – artigo:

a) inclui artigos em periódicos;

VI – anais:

a) inclui anais e resumos publicados em Anais de Congressos

VII – relatório técnico:

a) publicações ou relatórios de produção, relatório de tecnologias e de metodologias de extensão.

VIII - produto audiovisual e outros:

a) inclui filmes, vídeos, CDs, DVDs, etc..

IX – programa de TV e rádio:

a) programas produzidos com caráter de difusão em TV e rádio.

X – aplicativo para computador: software;

XI – jogo educativo;

XII – produto artístico:

a) incluem-se partituras, arranjos musicais, gravuras, textos teatrais, entre outros.

TÍTULO VI

DAS DISPOSIÇÕES FINAIS

Art. 68º As atividades de extensão universitária servirão como um dos parâmetros de avaliação da FUNVIC.

Art. 69º Os casos omissos no presente Regulamento serão resolvidos pela Coordenadoria de Pesquisa, Pós-graduação e Extensão da FUNVIC ou pela Direção.

PROJETO FUNVIC JOBS

FUNDAÇÃO VIDA CRISTÃ

UNIDADE DE PINDAMONHANGABA-SP

Autor: Ângela Weihrauch Mattje Lima dos Santos – Professora

Participação dos Alunos do 4º semestre de Tecnólogo em Gestão de RH.

Revisão:   Rafael Takei - Coordenador Geral

Aprovação:  -  Direção da FUNVIC

SUMÁRIO
1  Introdução .................................................. 03
2  Denominação .................................................. 03
3 Objetivos .................................................. 03 
4  Missão .................................................. 04
5  Papel Social .................................................. 05
6  Areas de Atuação .................................................. 05 
7  Metodologia de Trabalho .................................................. 06
8 Organização Administrativa .................................................. 06
9 Atividade Consultiva .................................................. 07
10 Cronograma de Atividades .................................................. 07
11 Estrutura Física .................................................. 08
12 Divulgação Interna .................................................. 09
13 Divulgação Externa .................................................. 09
14 Deveres e Obrigações dos Alunos .................................................. 09 
15 Treinamentos Ministrados .................................................. 09 
16 Considerações Finais .................................................. 10 

1 - Introdução

     Este documento caracteriza-se como um projeto da disciplina de Gestão empreendedora e Técnicas de Negociação do quarto semestre do curso de Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos, contemplando itens e aspectos que compõe a visão de uma empresa de consultoria em Recursos Humanos, Agencia de recrutamento e seleção de estagiários. Na concepção deste documento, levou-se em conta os critérios adotados para difusão e gestão do conhecimento e do saber acadêmico, desenvolvendo habilidades conceituais e comportamentais e estimulando atitudes profissionais e éticas nos alunos para o desenvolvimento das competências de gestão empreendedora, Técnicas de Negociação e generalistas na área de recursos humanos.

2 - Denominação

     FUNVIC JOBS é um projeto constituído e administrado por alunos dos cursos de graduação em Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos, supervisionado e coordenado por professores especializados e dedicados ao projeto, com a missão de dar oportunidade aos jovens universitários de colocarem em prática os mais modernos ensinamentos, constituindo um espaço onde se aprende o voluntariado, a iniciativa, a criatividade e a responsabilidade para executar o projeto e apresentar resultados concretos.

  

3 - Objetivos

    Atuar com intermediador entre os alunos do curso de Administração e de Tecnólogo em Gestão de Recursos Humanos, junto às empresas, para captar vagas de estágios e recolocar nossos alunos no mercado de trabalho.

   A partir do contato direto com os alunos interessados em se cadastrar no Projeto e com a realidade das empresas privadas, associações e da sociedade organizada,

   O Projeto FUNVIC JOBS  tem como objetivo principal proporcionar um complemento prático a formação teórica dos alunos, através da elaboração de projetos acadêmico-empresariais. Pode-se destacar outros objetivos de igual importância:

Para os alunos

  1. Completar a formação acadêmica em Tecnólogo de Gestão de Recursos Humanos;
  2. Adquirir novos conhecimentos e habilidades generalistas em recursos humanos e análise, compreensão e gestão de pessoas.
  3. Desenvolver novas competências transversais;
  4. Elaboração e apresentação de projetos multidisciplinares;
  5. Melhoria da capacidade de tomada de decisão em negociação e comunicação.
  6. Identificação de oportunidades de inserção social;
  7. Participar ativamente das atividades acadêmicas, sociais e municipais auxiliando e orientando alunos e familiares na busca por uma recolocação e estágio;
  8. Divulgação e publicação dos trabalhos realizados;
  9. Para os alunos participantes, o projeto será considerado para integralizar as horas de atividade complementar (160h) ou como Estágio Curricular Obrigatório (180h);

Para a instituição

  1. Maior visibilidade acadêmica e social.
  2. Fortalecimentos dos laços com o cliente interno (alunos)
  3. Melhoria da qualidade do corpo docente e discente pelas trocas utilitárias geradas;
  4. Criação de uma comunidade acadêmica de aprendizagem inserida na sociedade local;
  5. Criação de um espaço de aprendizagem coletiva;
  6. Possibilidade de interesse da comunidade de estudar em um dos cursos da Funvic
  7. Articulação dos saberes de cursos de natureza distintos;

4 - Missão

     Promover e divulgar nossa Instituição acadêmica junto às principais empresas e indústrias da nossa região demonstrando a excelência e potencial dos nossos alunos como possíveis estagiários.

     Incentivar os alunos do quarto semestre do curso de tecnólogo em gestão de recursos humanos a desenvolverem o projeto FUNVIC JOBS através de práticas empreendedoras buscando parcerias com empresas que possibilitem oportunidades de estágios para os graduandos FUNVIC , para adquirirem e desenvolverem novas competências  por meio da inserção no mercado de trabalho.

5.  Papel Social

     Estimular a motivação ao aprendizado e ao conhecimento dos graduandos FUNVIC através de um efetivo apoio pela busca de uma recolocação de estágio no mercado de trabalho local. Fidelizando assim o corpo discente a se manter como cliente da instituição durante todos os semestres do curso, diminuindo assim a evasão acadêmica e consequentemente apoiando seu desenvolvimento ético, técnico e intelectual.

6. Formalização

     Para formalização do Projeto FUNVIC JOBS, estão sendo adotadas as seguintes atividades:

  • Organizar uma reunião para planejar a execução do Projeto, definindo os procedimentos e atribuições de funções;
  • Divulgar internamente visitando as salas de aula e afixando cartazes;
  • Organizar o local de trabalho, providenciando materiais e equipamentos para a criação do banco de dados dos candidatos;
  • Traçar os perfis dos candidatos, e fazer contato com as empresas para a captação das vagas;
  • Organização de um “Café com RH” com o objetivo de atrair o departamento de recursos humanos das empresas para dentro da faculdade, conhecer nosso projeto e contribuir com vagas de estágio ou vagas efetivas para nossos graduandos.
  • Fazer e manter contato pessoais e telefônicos com empresas da região para captação de vagas.
  • Direcionamento dos perfis de alunos/candidatos mais adequados para vagas existentes.
  • Dar sequencia no relacionamento faculdade / empresa
  • Acompanhamento e mensuração dos resultados.

7. Áreas de atuação

     Levando-se em conta a natureza das atividades realizadas e os conhecimentos gerados no curso de tecnologia em Gestão de Recursos Humanos da FUNVIC, a atuação do projeto FUNVIC JOBS como uma consultoria e assessoria acadêmica, terá como escopo as principais atividades, pautada e limitada pela formação dos alunos e especialização dos professores:

  • Recrutamento interno de alunos dos cursos de gestão;
  • Levantamento de perfis de competência;
  • Captação das oportunidades de emprego, e ou estagio no mercado de trabalho;
  • Negociação de vagas nas empresas da região;
  • Analise das vagas ( cargos ) oferecidos;
  • Analise de adequação de perfil a vaga;
  • Atração, recrutamento e triagem de perfis;
  • Gestão intraempreendedora do projeto;

8. Metodologia de Trabalho

Visando prestar consultoria e assessoria, a FUNVIC JOBS utilizara a metodologia de “pesquisa-ação” e pesquisa aplicada com abordagem dialógica e interativa, centrada na participação direta dos alunos, coordenador e professores. O trabalho proposto possibilita, profissionalmente, oportunidade de experiência facilitando o desenvolvimento de competências e habilidades para o mercado de trabalho. O voluntariado estimula a consciência crítica do estudante e o posiciona como agente ativo e transformador no espaço profissional, além de possibilitar um feedback continuo mediante integração e diálogo da prática externa e da teoria acadêmica.

09. Organização Administrativa

A FUNVIC JOBS será formada por dois tipos de membros: alunos- voluntários e professora coordenadora do projeto, que juntos atuarão como voluntários e colaboradores.

Os membros (professora coordenadora e alunos- voluntários) da FUNVIC JOBS serão os responsáveis pela condução do projeto juntamente aos alunos- colaboradores. Para o andamento das atividades, será feito a divisão das atividades internas do projeto, visando a melhor organização administrativa.

  • Equipe de Cadastramento dos Alunos                                   
  • Equipe de Captação de Vagas
  • Equipe de Triagem e pré-seleção de currículos
  • Equipe de Comunicação interna
  • Equipe de Comunicação externa

10. Atividade Consultiva

     Como atividade consultiva entende-se as atividades de fato a serem realizadas pelos alunos de Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos em consecução de seus objetivos, , divididas em fases:

Fase de Sensibilização: Sensibilizar os membros efetivos sobre as atividades, importância, necessidade de criação do estatuto e formalização do projeto. Nesta será feito endomarketing para a divulgação do projeto.

Fase de Implantação: Está fase será dividida em duas sub-fases:

b.1) Primeiramente os alunos da instituição que estiverem interessados serão cadastrados através do preenchimento de uma ficha.

b.2) Em seguida haverá as atividades de consultoria voluntária interna visando orientar e encaminhar os alunos cadastrados para possíveis vagas de acordo com cada perfil.

Fase de Consolidação: Captação das vagas, triagem e indicação dos possíveis candidatos à estágios.

Fase de Mensuração e Monitoramento do projeto.

11.Cronograma de Atividades

CRONOGRAMA - FUNVIC JOBS
ATIVIDADES 18/ago 22/ago 25/ago 29/ago 01/set

Fase de Sensibilização

ELABORAÇÃO DA FICHA DE CADASTRO E PERGUNTAS COMPORTAMENTAIS

X
DISTRIBUIÇÕES DOS CARTAZES DE DIVULGAÇÃO NA SALAS X

Fase de Implantação

CADASTRAMENTO DOS ALUNOS

X
CONSOLIDAÇÃO DOS DADOS E ESTRATÉGIAS DE ABORDAGEM AS EMPRESAS X
MAPEAMENTO DAS EMPRESAS DE CADASTRAMENTO DOS DEMAIS ALUNOS X
CRONOGRAMA - FUNVIC JOBS
ATIVIDADES 26/set 29/set 03/out 03/nov 10/nov

Fase de Captação

INICIO DA CAPTAÇÃO DAS VAGAS

X  X
TRIAGEM DE CURRÍCULOS E APLICAÇÃO DE TESTES DE VOCAÇÃO/PERSONALIDADE X

-   PERÍODO DA MANHÃ: CAFÉ COM RH

- TRIAGEM DE CURRÍCULOS E APLICAÇÃO DE TESTES DE VOCAÇÃO/PERSONALIDADE

 X

Fase de Mensuração e Monitoração do Projeto

RELATÓRIO BIMESTRAL

X
SEQUENCIA DO PROJETO X

­­­­

12. Estrutura Física

Com a finalidade de se ter um espaço para administração das atividades do

Projeto FUNVIC JOBS e direcionar esforços e cooperar   no   sentido de criar uma

Proposta inovadora para encaminhar alunos para vagas de trabalhos utilizaremos os

seguintes recursos e ambiente, fornecidos pela FUNVIC

a) Sala de trabalho para o cadastramento e orientação.

b) Materiais e equipamentos:

- 25 Computadores

- 01 Armário para documentos

- 01 Quadro branco

- Internet fixa e Wirelles

13. Divulgação Interna

Visando tornar a Funvic Jobs conhecida internamente entre os alunos, os professores e funcionários, divulgaremos através de visitas nas salas de aula e fixação de cartazes nos murais de sala e sala de coordenação dos cursos de Administração e Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos.

14. Divulgação Externa

Divulgaremos junto as empresas o projeto Funvic Jobs apresentando a faculdade, explicando o Projeto e solicitando a parceria de nos repassar suas possíveis vagas de estágio, ofereceremos o recrutamento de alunos FUNVIC, fazendo a primeira triagem de acordo com o perfil solicitado.

15. Deveres e Obrigações dos Alunos

O projeto FUNVIC JOBS é um processo continuo, que efetiva aplicação dos conhecimentos adquiridos em sala, e para que tenhamos continuidade nesse trabalho, faz-se necessário alguns princípios norteadores da relação entre aluno-faculdade:

  • Atuar de forma ética, responsável e consciente;
  • Atuar alinhado as diretrizes e políticas estabelecidas pela direção e coordenação da FUNVIC;
  • Respeitar as normas internas, a coordenação, assim como também os alunos da instituição;
  • Prezar sempre pelo engrandecimento da instituição de ensino;
  • Manter sigilo e a integridade das informações adquiridas e obtidas nos processos de  captação dos perfis dos acadêmicos.

16.Treinamentos Ministrados

            Visando o início das atividades do projeto FUNVIC JOBS, serão ministrados treinamentos com a finalidade de preparar os alunos de Recursos Humanos para a captação de vagas no mercado de trabalho. Segue a baixo alguns dos conhecimentos necessários aos alunos:

  • Mapeamento e gestão de processos
  • Técnicas de Atração, Recrutamento e Seleção
  • Técnicas de negociação
  • Gestão Empreendedora e Intraempreendedorismo

17. Considerações Finais

O projeto FUNVIC JOBS é de caráter voluntário, e visa aproveitar os alunos da Funvic para mapeamento de perfis de competência, com objetivo de oferecer ao mercado uma seleção de talentos que a instituição possui, além de promover aos alunos de Recursos Humanos a oportunidade pratica de conhecimento. Dessa maneira pretende-se que a instituição seja valorizada por seus alunos e pelas empresas da região, possibilitando parcerias e reconhecimento acadêmico aos alunos Funvic.

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