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29 de agosto - Dia Nacional de Combate ao Fumo

Todo ano ele é um dos destaques do calendário de saúde, e cada vez mais provas mostram o quanto o cigarro faz mal. No entanto, estimativa da Organização Mundial de Saúde e do Instituto Nacional do Câncer dos EUA prevê cerca de 8 milhões de mortes anualmente até 2030.

Segundo o mesmo estudo, os gastos com os custos do tabagismo, em termos de produtividade e saúde pública, são da conta de mais de 1 trilhão por ano, ou seja, não é bom individualmente, e nem coletivamente. Por tudo isso, datas como a de hoje – 29 de agosto – Dia Nacional de Combate ao Fumo – sempre são importantes formas de alertar a respeito de algo que, absolutamente, não tem nenhum benefício.

O tabagismo é definido como uma doença crônica caracterizada pela dependência da nicotina, com diversas repercussões danosas ao organismo. Um terço da população mundial adulta é fumante, sendo comprovado por pesquisas que 47% dos homens e 12% das mulheres fumam. Três milhões de pessoas morrem no mundo por ano devido ao tabagismo, sendo que no Brasil, ocorrem 200 mil mortes por ano.

O cigarro pode causar diferentes tipos de câncer, doenças cardiovasculares, doenças respiratórias, impotência sexual, infertilidade, osteoporose, catarata, além de outros 50 tipos de doenças.

Segunda o Inca (Instituto Nacional de Câncer), a fumaça do cigarro contém mais de 4700 substâncias tóxicas, incluindo arsênico, amônia, monóxido de carbono, além de substâncias cancerígenas, corantes e agrotóxicos em altas concentrações.

No Brasil em dias atuais o tratamento do tabagismo tem como referência o Sistema Único de Saúde (SUS), sendo regulado por Portarias do Ministério da Saúde (Portaria nº 1.035/2004 e Portaria nº 442/2004) que ampliam o acesso da abordagem nos 3 níveis de atenção à saúde (básica, média e alta complexidade).

Esse modelo de tratamento é baseado na abordagem cognitivo comportamental possibilitando que o tratamento seja realizado em grupo ou individualmente, e tem como objetivo auxiliar o fumante a desenvolver habilidades que o auxiliarão a permanecer sem fumar. O apoio medicamentoso, quando necessário, é outro recurso usado no tratamento do tabagismo e disponibilizado na rede SUS.

Não obstante a isso, setores da sociedade civil mostram-se presente na temática de prevenção ao tabagismo, desde empresas, ONGs e ações individuais que realizam programas preventivos com intuito de conscientizar o indivíduo sobre consequências do tabaco à saúde.

Saiba que parar de fumar não é impossível. Confira aqui as dicas do Ministério da Saúde para se livrar deste vício e levar uma vida muito mais saudável!

Parada Imediata
Você marca uma data e nesse dia não fumará mais nenhum cigarro. Esta deve ser sempre sua primeira opção.

Parada Gradual
Você pode utilizar este método de duas formas:

Reduzindo o número de cigarros. Por exemplo: Um fumante de 30 cigarros por dia, no primeiro dia fuma os 30 cigarros usuais.
no segundo - 25
no terceiro - 20
no quarto - 15
no quinto - 10
no sexto - 5
O sétimo dia seria a data para deixar de fumar e o primeiro dia sem cigarros.

Retardando a hora do primeiro cigarro
Por exemplo: no primeiro dia você começa a fumar às 9 horas,
no segundo às 11 horas,
no terceiro às 13 horas,
no quarto às 15 horas,
no quinto às 17 horas,
no sexto às 19 horas,
no sétimo dia seria a data para deixar de fumar e o primeiro dia sem cigarros

A estratégia gradual não deve gastar mais de duas semanas para ser colocada em prática, pois pode se tornar uma forma de adiar, e não de parar de fumar. O mais importante é marcar uma data-alvo para que seja seu primeiro dia de ex-fumante. Lembre-se também que fumar cigarros de baixos teores não é uma boa alternativa. Todos os tipos de derivados do tabaco (cigarros, charutos, cachimbos, cigarros de Bali, etc) fazem mal à saúde.
Caso não consiga parar de fumar sozinho, procure orientação médica. Cuidado com os métodos milagrosos para deixar de fumar.

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